Eu não entendo...
...não entendo as pessoas com sua maneira engraçada e estranha de amar e de viver.
Neste deserto de grãos humanos, elas são tão estranhas, tão humanas.
O tempo passa...
e você fica espantado com a mudança....
... com a mudança dos rostos
... com a mudança das coisas.
Vemos os rostos tornarem-se velhos e vemos a expressões tornarem -se maduras.
Precisamos ver isso nos rostos dos outros ou por ventura nós esquecemos que também amadurecemos e que também envelhecemos.
Ficamos cade vez mais estranhos e mais estranhamente amamos.
Com as diferenças de altas e baixas, gordas e magras, as pessoas se esbarram.
Estranhamente diferentes, ainda mais estranhamente se atraem...
sobe um novo surto um tanto quanto engraçado, essas mesmas criaturas permanecem juntas mesmo diferentes.
[ ....e você entende que o passado é uma relíquia, que o presente é um brinquedo repetido que você sempre ganha e que as vezes cansa de brincar...
,que guarda-chuvas são bons companheiros e que bons amigos são poucos e estranhamente os meus não tem medo de chuva ]
Aprende que de todos os caminhos há um que sempre torna o mundo mais longe de casa... e outro que te da paz quando você retorna.
E nesse estranho estranho retornar... você estranhamente pode notar outras coisas estranhas e pensar nelas no caminho pra casa.
Alguns sorrisos me fazem estranhamente feliz...talvez você tenha um deles.
Estranhamente eu não vou pedi-lo e você o me dará quando o achar que deve.
Ainda mais estranhamente eu percorro as calçadas sem preça numa fria noite chuvosa.
Posteriormente concluirei, tão estranho quanto possa parecer...
que lastimavelmente...
somos todos “pessoas ESTRANHAS”...
...e o estranho é o não "admira-las"!!!...
...passo então a reconhecer este
como um velho amigo este estranho sentimento de....
...."ENCANTADO" por você!
e... a tantos estranhos quanto você pode imaginar.
